Agenda 21 Vacaria/RS

mar 03

         A Campanha Dezembro Verde, que aconteceu nos dias 20 e 21 de dezembro de
2014 na Praça Daltro Filho, recolheu 15 mil lâmpadas fluorescentes
queimadas, que estavam estocadas nas residências e no comércio local. As
lâmpadas foram encaminhadas para descontaminação e reciclagem, através
da empresa parceira Amby Service, de Caxias do Sul.

Dia 19/02/15, aconteceu reunião para avaliação da Campanha e
encaminhamento da continuidade das ações para o descarte correto das
lâmpadas no município, com a participação da Prefeitura Municipal, CDL,
CIC, Conselho Regional de Contabilidade, COMDEMA e Fórum Agenda 21
Vacaria.

A nova fase da Campanha será chamada DESCARTE VERDE e conta com apoio
das entidades envolvidas, para produção de material educativo contendo
orientações aos comerciantes sobre a forma de armazenamento das lâmpadas
queimadas (Ecoponto) em cada estabelecimento comercial. O consumidor
também será orientado para entregar sua lâmpada queimada no momento da
compra da lâmpada nova.

Os estabelecimentos comerciais que mantiverem o Ecoponto e encaminharem
as lâmpadas recebidas da população, serão certificados e poderão agregar
valor ambiental a sua marca.

A Secretaria Municipal da Agricultura e Meio Ambiente iniciará, no mês
de março, cadastramento dos estabelecimentos que comercializam lâmpadas
fluorescentes no município e disponibilizará um canal de comunicação e
orientação aos comerciantes e à população. A partir do cadastramento,
ocorrerá a fiscalização das empresas, buscando o acompanhamento da
implantação da logística reversa no município.

Para o final do mês de abril está prevista nova Campanha, em que a
empresa Amby Service fará coleta de lâmpadas nos estabelecimentos de
grande porte e os menores possam entregar suas lâmpadas em local único.
O dia e a logística desta ação será acordado dia 32 de março de 2015, às
18h, no Auditório da CIC, com a presença das entidades, contadores e
comerciantes.

Lembrando que as lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, um metal
altamente tóxicos que traz sérios riscos a saúde e ao meio ambiente.
Enquanto intacta, a lâmpada não oferece riscos. Nunca deve ser quebrada.
Por isso a importância do correto armazenamento.

Conforme o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA e a Política
Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), é obrigação do
consumidor devolver a lâmpada fluorescente usada para o local onde
comprou, pois quem comercializa é responsável pelo encaminhamento deste
tipo de resíduo para descontaminação.

mar 03

          A campanha Dezembro Verde da Secretaria Municipal da Agricultura e Meio Ambiente, Câmara da Indústria, Comércio, Agricultura e Serviço de Vacaria-RS(CIC), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) em parceria com Ministério Público através do Promotor Dr. Luís Augusto Gonçalves Costa e Conselho Comunitário  Pró-Segurança Pública (CONSEPRO) , realizou nos dias 20 e 21 de dezembro 2014 na Praça Daltro Filho o recolhimento de lâmpadas fluorescentes queimadas. O total recolhido no final de semana foram mais de 15.000 mil lâmpadas descartadas pela população. Conforme informações de Maria Gil, Vice-presidente do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, a partir de agora as empresas que comercializam lâmpadas, terão que aceitar a devolução por parte das pessoas, caso contrário não poderão mais vender o produto. A chamada Cadeia Reversa deverá ter início em janeiro de 2015.

Noticia na Radio Esmeralda 

mar 03

DEZEMBRO VERDE logo com slogan e fundo 2014

 

 

 

         Dezembro Verde é uma iniciativa para sensibilizar a comunidade para o correto descarte dos resíduos produzidos.

         A temática de 2014 são as lâmpadas fluorescentes. As lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, um metal altamente tóxico que traz sérios riscos à saúde e ao meio ambiente. Portanto, em nenhuma hipótese ela deve ser quebrada para armazenamento. Essa operação, além de perigosa acarreta contaminação no local.

         Conforme o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) Lei 12.305/2010, é obrigação de o consumidor devolver a lâmpada fluorescente usada para o local onde comprou, pois quem comercializa é responsável pelo encaminhamento desse tipo de resíduo para descontaminação.

         Para dar o correto encaminhamento essas lâmpadas gratuitamente a Secretaria Municipal da Agricultura e Meio Ambiente, CIC e CDL com o apoio do Ministério Público, COMDEMA, Agenda 21 e Consepro, nos dias 20 e 21 de dezembro, haverá um ponto de coleta à disposição da comunidade e das empresas na Praça Daltro Filho, pois somos todos responsáveis pelos resíduos que produzimos.

         A partir de 2015, as lâmpadas fluorescentes deverão ser devolvidas no comércio local, que se tornarão ecopontos. Resíduo reciclado, meio ambiente preservado

dez 16

           No dia 08 de dezembro de 2014 aconteceu a passagem de coordenação do Fórum Agenda 21 Vacaria. Marli Borsoi Pereira e Flávia Vanzetto de Carvalho coordenarão a entidade durante o biênio 2015-2017. Segundo a professora Marli, a Agenda 21 Local deverá continuar as ações voltadas para a educação ambiental em âmbito municipal e regional, com apoio do setor público e das empresas parceiras.

           O Fórum Agenda 21 Vacaria, instituído pela lei municipal nº2.857/2009, é um espaço aberto de discussões, que conta com a participação de representantes da sociedade local.Os temas abordados pela entidade tem como base o meio ambiente, educação, saúde, segurança, saneamento, cidadania, turismo, economia, indústria, agropecuária, entre outros pertinentes ao desenvolvimento sustentável. Para o ano de 2015 está previsto o fortalecimento das Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida Escolares – COM-VIDAS e a realização das Conferências Infanto Juvenis pelo Meio Ambiente, em parceria com as equipes pedagógicas da Smed e 23ª CRE, juntamente com as escolas de abrangência.

nov 20

 

         Instituído, através da lei 12.519 de 10 de novembro de 2011, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, com o objetivo de promover a reflexão e o debate sobre a inserção dos negros  na sociedade brasileira. Mas, desde a década de 60 a data é comemorada.

         Há 125 anos, oficialmente, foi abolida a escravidão no Brasil, mas até hoje, ainda se fazem necessárias campanhas e ações de combate ao trabalho escravo e um grande número de trabalhadores e trabalhadoras trabalham em situação análoga.

         E os historiadores e historiadoras, com raras exceções, até mesmo aqueles cujas ideias e elaborações são utilizadas pelo movimento sindical e popular, de um modo geral ignoram o trabalho desenvolvido pelos negros e indígenas em nossa sociedade e falam da história da organização dos trabalhadores e trabalhadoras no Brasil a partir da chegada em massa dos  imigrantes europeus.

         Esquecem que os indígenas verdadeiros donos desta terra chamada Brasil e os africanos e seus descendentes, tinham e têm sua história, sua cultura, sua religiosidade, seus conhecimentos, suas experiências, baseadas na solidariedade e no respeito  o que foi fundamental para o enfrentamento ao processo de escravidão. Os quilombos são um belo exemplo de resistência e organização.

         Esquecem, também, que antes da chegada dos europeus em massa existia trabalho no Brasil e era desenvolvido pelos negros e indígenas e seus descendentes e que os mesmos são diretamente responsáveis pela quebra do sistema de monocultura, através das culturas de subsistência tanto nas fazendas como nos quilombos, sendo mesmo, o comércio entre vilas e comunidades quilombolas, o principal mercado existente.

         Certamente graças à luta cotidiana dos indígenas e afrodescendentes, muita coisa mudou; mas apesar dos avanços, inclusive da própria sociedade brasileira, o que se constata é que mesmo para negros que têm o mesmo número de anos de estudo que os brancos, têm uma menor inserção em determinadas profissões e setores e recebem menores salários, muitas vezes, desenvolvendo as mesmas atividades.

         Estudos oferecem diversas causas para estas discriminações, que são ainda maiores em relação às mulheres negras, mas a causa fundamental está na colonização europeia, na diáspora africana, na escravidão, na quase completa dizimação do povo indígena; na ideologia do branqueamento e superioridade racial, na exclusão dos negros  dos postos de trabalho e do processo educacional, com a imigração e o deslocamentos dos mesmos para os centros menos desenvolvidos, no falso mito da democracia racial, nos estereótipos e preconceitos contra o povo negro e indígena.

        A não integração de negros e negras após a “abolição” e a consequente política, levou a um processo sistêmico de exclusão d e seus descendentes, que perpassam todos os setores da nossa sociedade, seja no não reconhecimento da historiografia do negro, seja, na política de marginalização, na política partidária, nos espaços geográficos, nos espaços sociais e econômicos, que culmina com o processo cada vez mais acelerado de dificuldades quer físico, político e social desta camada da sociedade.

         Mas o certo é que, não podemos esquecer de que o Estado brasileiro e a Europa têm uma dívida histórica, humanitária e financeira para com o povo africano, para com os indígenas e para com os afrodescendentes em nosso país.

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